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Dilma desconversa. Dom Bergonzini insiste.

http://4.bp.blogspot.com/_dMRzitz0x70/SnJF80iQ9bI/AAAAAAAAALw/WCT9JB8mwAY/S1600-R/Dom+Luiz.jpgE a polêmica em relação ao artigo de Dom Luiz Bergonzini, publicado recentemente neste blog, continua.

Em resposta ao artigo do bispo de Guarulhos, Dilma Rousseff, candidata do PT à presidência da República, afirmou que o texto parte de um pressuposto incorreto e que nem ela nem o presidente Lula são favoráveis ao aborto. A notícia vem do G1. Dilma ressaltou, no entanto, que o aborto é uma questão de saúde pública (!). "O que nós não podemos é deixar que mulheres que têm maior poder aquisitivo tenham acesso a clínicas [e] mulheres com menor poder aquisitivo utilizem métodos que não só ameaçam a saúde delas, mas até a vida", observou.

Em resumo, Dilma Rousseff é favorável à descriminalização do aborto. A candidata petista desconversa, faz declarações mais brandas em outras ocasiões, mas está claro que ela está de acordo com as propostas de seu partido. Esse discurso enganador constantemente exposto pelo Partido dos Trabalhadores – "o aborto é questão de saúde pública" – só evidencia a falta de compromisso do partido com a integridade da vida humana, desde a sua concepção. Ao exaltar os interesses feministas, o PT mostra estar desinteressado pela condição dos seres humanos que serão, pelo aborto, exterminados do ventre materno. Ao repetir incessantemente essa frase, Dilma está dizendo: Nós temos que oferecer condições às mulheres, caso elas queiram assassinar seus filhos. E o Partido dos Trabalhadores, de uma forma geral, é claramente a favor da legalização do aborto. Está presente, nas resoluções do 3° Congresso do Partido, a "defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público evitando assim a gravidez não desejada" (pg. 82). É resolução do partido! E é sempre importante também trazer à memória a causa do desligamento do deputado Luiz Bassuma com o PT: aquele era contrário à descriminalização do aborto e foi, por isso, desintegrado do partido.

Não há como negar, portanto, que os cristãos católicos não podem votar na candidata Dilma Rousseff, sendo a sua campanha claramente a favor da legalização do assassinato de crianças nos ventres de suas mães. "No caso de uma lei intrinsecamente injusta, como aquela que admite o aborto ou a eutanásia, nunca é lícito conformar-se com ela, nem participar numa campanha de opinião a favor de uma lei de tal natureza, nem dar-lhe a aprovação com o próprio voto" (Evangelium Vitae, n. 73).

Fiel ao que disse o Papa João Paulo II, Dom Bergonzini insiste em mostrar aos seus fiéis que não devem colaborar, com o voto, na eleição de Dilma Rousseff. "Vou mandar uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem na candidata do PT e em nenhum outro candidato que defenda o aborto", disse o bispo ao G1.

Digna de aplausos é a atitude de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini. O bispo se mostra corajoso diante de uma notícia que tem repercussão nas mais importâncias agências de notícias do país (a notícia também saiu na Folha Online). Possam os demais bispos do nosso país, movidos pelo zelo apostólico e pelo amor à vida, denunciar com todas as suas forças a cooperação com partidos ou candidatos favoráveis ao aborto e a outros atentados à dignidade da vida e da família brasileira.

Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

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