Beijo gay: a Globo, como sempre, seguindo o imperialismo cultural de Hollywood


Julio Severo
O primeiro beijo gay exibido numa novela da TV Globo trouxe o alarde esperado dos habituais propagandistas da causa gay. Se não fosse por esse alarde, eu e muitos outros nunca saberíamos que no último capítulo de “Amor à Vida,” exibido na noite de 31 de janeiro de 2014, uma dupla de homens, Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso), fez papel de gays beijoqueiros.
Para quem acompanha Hollywood e a cultura americana, a imitação dos atores globais não mostrou novidade alguma e só era questão de tempo.
Uma jornalista da Globo fez contato comigo hoje, querendo minha opinião sobre esse beijo gay na novela “Amor à Vida.” Minha resposta a ela:
Confesso-lhe que não assisti ao tal beijo gay. Mas com a visibilidade que a Globo dá, com certeza esse beijo se configura em propaganda.
Por que é tão fácil para a Globo copiar os modismos dos EUA, em detrimento da saúde moral, espiritual e física das crianças e adolescentes? Minha opinião é a opinião que está na Bíblia, seguida por milhões de cristãos: beijos e outras carícias de natureza sexual, que devem ser reservados à esfera íntima, são apenas para homens e mulheres. Afeto e amor, que não sejam de natureza sexual, são bons e influenciam de forma positiva as crianças. Só o afeto e o amor deveriam ser expostos a elas.
Pergunte para um muçulmano da Arábia Saudita o que ele pensa do tal beijo gay. No mínimo, a resposta incluirá pena de morte para os beijoqueiros. A Rússia não tem esse radicalismo com pena de morte para homossexuais e, de forma muito apropriada, tem uma lei que protege crianças e adolescentes de propaganda gay. Sei que há muitos funcionários da Globo que apoiam o socialismo e têm um histórico de admiração pela Rússia. Deveriam dirigir a eles a pergunta: “Por que vocês não admiram a Rússia de hoje e suas leis de proteção às crianças?” Sou cristão e sou a favor de se proteger crianças de propaganda gay, inclusive de propagandistas beijoqueiros.
Em vez de seguir fielmente a propaganda hollywoodiana de exposições sexuais às crianças e adolescentes, por que a Globo não tenta seguir o modelo russo, por décadas admirado pelos funcionários globais, de proteção às crianças e adolescentes?
Note que não estou recomendando que a Globo siga os muçulmanos da Arábia Saudita. Sugiro apenas o meio termo entre o radicalismo muçulmano e a propaganda americana descarada do homossexualismo.
Gostaria de ver um funcionário da Globo protestando contra o imperialismo cultural pró-homossexualismo do governo dos EUA.
Gostaria também de vê-lo apoiando a lei russa que protege as crianças desse imperialismo.
De acordo com o Estadão, no exterior, o drag queen americano Ru Paul, estrela do reality show Ru Paul’s Drag Race e militante homossexual, comemorou o beijo gay com internautas em português. Entre as postagens no Twitter, ele comentou: “O beijo gay sentido em todo o mundo! Parabéns, Brasil.” Ele só faltou acrescentar, é claro, que o Brasil foi perfeito na imitação do lado mais podre da cultura americana.
A comemoração no Brasil ficou por conta do militante gay mentiroso deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), que comentou: “Estou em prantos! Amor à vida! Que emocionante essa cena!” Ele é o mesmo que ficou em pratos ao inventar a mentira de que um jovem homossexual em São Paulo, depois de se matar após perder o amante, foi assassinado em crime de “homofobia.”
O militante gayzista Toni Reis disse que a cena de beijo gay na Globo foi um marco na luta contra a “homofobia” no Brasil. Ele viu o óbvio: o tal beijo foi pura propaganda.
Como a Globo é apenas uma antena repetidora dos podres do imperialismo cultural, é de se esperar mais imitações podres no futuro.
Entretanto, o lunático ativismo gay não descansará até cenas de beijo gay alcançarem as crianças do Brasil.
O ator Marcelo Serrado, que fez o papel do homossexual Crô na novela “Fina Estampa”, foi vaiado dois anos atrás, porque numa entrevista para a Folha de S. Paulo, ele disse, sobre a exibição de um beijo gay na TV: “Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30.”
Imediatamente, as turbas bárbaras do movimento gay reagiram no Twitter e outras redes sociais, chamando o ator global de “homofóbico”. Tudo porque ele, como pai, não queria que sua filha de apenas 7 anos de idade assistisse a um beijo gay.
Não expor crianças ao beijo gay é “homofobia,” na opinião dos propagandistas do movimento gay. E isso é só o começo, se o Brasil não conseguir fazer como os russos e criar uma lei para proteger as crianças desse tipo de propaganda nociva.
Com informações do Estadão.

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